Exposição Tutankamon

As turmas do curso de Humanidades do ensino secundário realizaram uma visita de estudo à exposição Tutankamon, patente ao público no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações.
Tutankamon acabou por se transformar no Faraó mais conhecido de toda a história do Antigo Egipto, facto que não se relaciona com a importância das ações realizadas no desempenho do seu cargo, mas sim devido à descoberta da sua câmara funerária, com características únicas, nunca antes observadas.
Tutankamon nasceu no ano de 1341 a.C., em Akhetaton (actual Tel el-Amarna) com o nome Tutankhaten. Aqui passou toda a sua infância e adolescência, até ter subido ao trono e passado a residir em Memphis, antiga capital administrativa do Antigo Egito. Iniciou o seu reinado com apenas nove anos, altura em que mudou o seu nome para Tutankamon, em honra do deus Amon. O Rei Tut, como também ficou conhecido, reinou poucos anos, tendo morrido inesperadamente, no seu décimo oitavo ano de vida. Os motivos atribuídos à sua morte prematura continuam por clarificar, apesar das inúmeras investigações realizadas ao longo dos anos.
Em 1922, o britânico Howard Carter e a sua equipa descobriram o túmulo — praticamente intacto, que estava ali há mais de mil anos antes de Cristo — cheio de artefactos preciosos. Os rumores de uma maldição surgiram depois da morte de dez membros da expedição inicial, em situaçõesconsideradas estranhas. Na exposição é possível observar um documentário cinematográfico e um conjunto de fotos originais, a preto e branco, em grande escala, que documentam todo o processo da descoberta de Howard Carter.
Esta exposição contém uma recriação à escala real do túmulo de Tutankamon, bem como mais de 100 réplicas oficiais das peças encontradas no local da escavação, que nos permitem compreender um pouco melhor os mistérios desta antiga civilização.

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